Foto - crédito: Firmino Piton / Prefeitura de Campinas (divulgação)
A Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas apresenta o concerto especial gratuito “70 Anos da Academia Campinense de Letras” no dia 23 de maio de 2026, às 20h, no teatro do Centro de Convivência Cultural. Sob a regência do prestigiado maestro Julio Medaglia e com a participação da soprano Marília Carvalho como solista, o evento celebra uma das instituições mais tradicionais da cidade. Os interessados devem retirar os ingressos antecipadamente a partir das 12h do dia 22 de maio, no link.
O programa da noite festiva contempla obras de Carlos Gomes e Beethoven, além da peça “Requinta Maluca”, de autoria do próprio Medaglia. Segundo Wanilton Mahfuz, diretor da orquestra, a apresentação marca um encontro de gerações ao unir a experiência do maestro de 88 anos ao talento da jovem solista de 24 anos, prometendo uma noite de excelência cultural para celebrar o pilar literário de Campinas.
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O maestro Julio Medaglia, natural de São Paulo, possui uma carreira internacional sólida, tendo regido orquestras como a Filarmônica de Berlim. Com mais de cem trilhas sonoras compostas para cinema e teatro, Medaglia é também o autor do arranjo original de “Tropicália”, de Caetano Veloso, e membro da Academia Paulista de Letras. Sua versatilidade artística se estende à literatura, com seis livros publicados e centenas de artigos.
A solista Marília Carvalho, bacharel em Canto Lírico pela Unicamp, acumula premiações importantes, como o 2º Prêmio Feminino no Concurso Maria Callas em 2026. Com passagens pelo Coro Contemporâneo de Campinas e diversas óperas no currículo, a soprano tem se destacado em competições nacionais como os concursos Carlos Gomes e Zola Amaro, consolidando-se como uma das jovens promessas do canto lírico brasileiro.
Sobre a ACL

Foto – crédito: Toninho Oliveira / Prefeitura de Campinas (divulgação)
Fundada em 17 de maio de 1956 pelo filólogo Francisco Ribeiro Sampaio, a Academia Campinense de Letras (ACL) completa sete décadas de atuação na preservação da memória cultural e incentivo à literatura. Composta por 40 cadeiras vitalícias, a instituição segue o modelo da Academia Brasileira de Letras e ocupa, desde 1976, um prédio de arquitetura clássica inspirado em templos gregos no Centro de Campinas, servindo como ponto de encontro para palestras, exposições e atividades artísticas abertas à comunidade.
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