Arte - crédito: site do Instituto Casa Comum
O “Festival Artes pela Paz” chega a Campinas com uma programação intensa e inclusiva entre os dias 25 de abril e 27 de junho de 2026, no Centro de Convivência Cultural de Campinas. A abertura oficial ocorre no dia 25 de abril, às 18h, no Teatro de Arena Teresa Aguiar, com o concerto gratuito “Dança pela Paz” da Orquestra Sinfônica de Campinas, regida pelo maestro Nelson Ayres. O evento, idealizado pelo Instituto Casa Comum com apoio do Ministério da Cultura e da Prefeitura de Campinas, reúne mais de 200 artistas e oferece todas as atividades com entrada gratuita, sem necessidade de retirada de ingressos.
A iniciativa visa articular agentes culturais em torno da “Cultura de Paz”, utilizando a arte como instrumento de diálogo, justiça social e enfrentamento das violências. Célio Turino, do Instituto Casa Comum, ressalta que o festival busca promover a escuta e gestos generosos para a construção de um mundo pacífico. A performance inaugural contará com dança solo de Diane Ichimaru, da Confraria da Dança, participação especial das Caixeiras das Nascentes e a estreia da peça “Dança pela Paz”, composta por Rafael dos Santos.
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O repertório do concerto de abertura inclui clássicos da música brasileira que dialogam com o tema, como “A Paz”, de João Donato e Gilberto Gil, “Fé Cega, Faca Amolada”, de Milton Nascimento, e obras de Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Heitor Villa-Lobos e Paulinho da Viola. O maestro Nelson Ayres, com trajetória ao lado de grandes nomes como Gal Costa e Chico Buarque, conduzirá a apresentação que marca o início de dois meses de imersão cultural.
Ao longo da programação, o festival abrigará uma exposição de artes visuais com artistas locais e coletivos, além de oficinas sobre práticas artísticas, saberes indígenas e produção audiovisual. Um dos destaques é o seminário internacional “Margens do Atlântico: Cultura de Paz e Protagonismo Negro”, nos dias 28 e 29 de abril, que promoverá um intercâmbio entre representantes do Brasil e de Moçambique sobre equidade racial e políticas públicas.
Durante todo o período do festival, o público poderá visitar a exposição de artes visuais de quarta a sábado, das 14h às 19h, além de assistir à exibição de microvídeos e acompanhar a produção e distribuição de podcasts. No dia 26 de junho haverá a estreia de um curta-metragem inspirado no festival. O encerramento, no dia 27 de junho, será marcado pela ação coletiva “Flotilha da Paz”, um cortejo artístico com dança circular aberto a toda a comunidade. Mais informações sobre o cronograma completo podem ser consultadas no site oficial do Instituto Casa Comum.
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