Foto - crédito: Carlos Bassan/Prefeitura de Campinas, divulgação
O Cineteatro Bento Quirino, no Centro de Campinas, dará início à sua programação com sessões gratuitas de filmes nacionais nos dias 30 e 31 de outubro, sexta-feira e sábado. As exibições abordarão temas como meio ambiente, identidade, desigualdade social e os desafios enfrentados por diferentes gerações. A entrada é livre e aberta ao público, sendo recomendada a chegada com 30 minutos de antecedência para garantir lugar. O acesso será por ordem de chegada, respeitando a capacidade do espaço.
Inaugurado em 8 de outubro pela Prefeitura de Campinas, o cineteatro é uma iniciativa conjunta das Secretarias Municipais de Cultura e Turismo e de Educação. Com uma capacidade para 500 pessoas e estrutura acessível para pessoas com deficiência, o objetivo do espaço é expandir o acesso da população à produção audiovisual e fomentar a ocupação cultural na região central da cidade.
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Na sexta-feira, 30 de outubro, a programação começa às 14h com uma seleção de filmes provenientes da 34ª edição da “Ecocine” e da segunda edição do “Festival Bem-Te-Vi – Crianças Fazem Filmes”. Entre as obras estão as animações “A Lição do Velho Tatu” e “Os Guardiões das Árvores”, produzidas por estudantes, além de “Um Parque Para Viver, Sateré-Mawé: Fronteiras da Resistência e Raiz”. Estas produções, realizadas pela TAO Produções, exploram questões ambientais, culturais, de identidade e diversidade.
Às 20h do mesmo dia, será exibido o longa-metragem “Dona Elza”, dirigido por Diego da Costa e Hiro Ishikawa. Classificado para maiores de 10 anos, o filme narra a história de Elza, interpretada por Teca Pereira, uma professora aposentada que, após a morte do marido, enfrenta a solidão e o isolamento social. Sua vida ganha novos rumos ao descobrir uma aula de teatro em seu bairro, despertando o desejo de se tornar atriz e explorar novas possibilidades.
No sábado, 31 de outubro, às 19h, o público poderá assistir ao documentário “A Fabulosa Máquina do Tempo”, dirigido por Eliza Capai e recomendado para maiores de 12 anos. A obra acompanha meninas de 10 anos no sertão do Piauí, que compartilham suas vivências, brincadeiras e sonhos para o futuro, promovendo uma reflexão sobre a infância, a construção da identidade e os desafios que enfrentam. Ao imaginarem uma máquina do tempo, as jovens refletem sobre as histórias de suas mães e avós, marcadas pela pobreza e desigualdade, e projetam um futuro com mais liberdade e oportunidades.
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