O Polo Gastronômico, Cultural e Turístico na região compreendida pelos bairros Guanabara, Botafogo, Castelo e Jardim Chapadão foi sancionado pelo prefeito Jonas Donizette. A publicação da lei número 14.733/13 consta no Diário Oficial do Município da edição de sexta-feira, dia 13 de dezembro. A proposta, de autoria do vereador Luiz Carlos Rossini (PV), tem o objetivo de potencializar o viés cultural e turístico de Campinas, principalmente nesta área da cidade, em razão da variada oferta de bares e restaurantes, praças e bosques, além de ruas calmas e bom fluxo de veículos.
“A gastronomia é um significativo mercado que cresce e se sofistica rapidamente em Campinas, pois oferece uma variedade de restaurantes das mais diferentes culinárias e um comércio de alimentos e bebidas que atende os mais diferentes públicos. Portanto, os polos gastronômicos são importantes atrativos para o turismo”, justificou o vereador.
A proposta, comum em muitas cidades do país, permitirá ao município potencializar economicamente ainda mais esta área da cidade já dotada de atrativos de excelência, como por exemplo a Torre do Castelo, o prédio da Escola de Cadetes, a Estação Guanabara, o Instituto Agronômico de Campinas, o Instituto Cultural Nipo-Brasileiro, entre outros.
A criação do Polo Gastronômico, além de promover o desenvolvimento econômico e turístico, deve gerar emprego e renda e receber infraestrutura do poder público no sentido de garantir a manutenção do patrimônio, entre outras atividades.
Entre as ações previstas no projeto do Polo Gastronômico estão o desenvolvimento ordenado e sustentável da atividade econômica, o controle urbano e o ordenamento do uso do solo, a otimização do uso de estacionamentos e até a realização de campanhas publicitárias.
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