A partir do dia 3 de setembro até 28 de novembro, “A Hora do Horror 20 anos: Déjàvu” traz de volta ao parque Hopi Hari todas as criaturas que atormentaram os sonhos dos visitantes nas edições anteriores.
Este ano, a atração comemorativa de 20 anos retorna com novidades, entre elas uma programação iniciada ainda durante o dia e um percurso noturno. As sessões acontecem de sexta-feira a domingo e em feriados, com shows temáticos a partir das 13h30 e percurso noturno às 18h.
“Uma grande produção vem se construindo ao longo dos últimos três meses e, desta vez, temos o objetivo de conectar todas as histórias das edições anteriores em formatos que respeitem nossos protocolos anticovid-19. Mesmo assim, arquitetamos uma experiência totalmente imersiva, buscando aproveitar os espaços e recursos que o parque já tem, de maneira criativa”, afirma o diretor artístico de Hopi Hari, Rogério Barbatti.
Mais sobre o evento
Para proporcionar essa vivência, a proposta do Hopi Hari é assumir um papel mais assustador, a começar pelas fachadas. O Imigradero dá um pontapé inicial para o sentimento de nostalgia envolver o público, com elementos de anos passados, por exemplo, o Dragão do Castelo, da edição de 2013, intitulada “Era Uma Vez”. Durante o dia, shows temáticos marcam as regiões do parque. No Saloon Show de Wild West, na hora do almoço, acontece o “Horror Live Show – Amor de Sangue”, uma apresentação ao vivo com clãs de vampiros que relembram as trilhas sonoras da Hora do Horror em meio a um enredo cheio de reviravoltas.
A criançada poderá se divertir no “Klapi Klapi Show”, em Infantasia, com a bruxinha Harikadabra e os seus padrinhos abóboras na “Helloween Hari”. Depois do show, além das sessões de fotos, as travessuras tomam as lojas e atrações do parque. Além disso, tem um percurso especial, realizado depois que o sol se põe. Nele, será possível viajar por meio de portais mágicos, que levam o visitante às arrepiantes criaturas de cada edição da “Hora do Horror”. Durante este trajeto, realizado à pé, será possível encontrar um ser também muito especial.
Foto por Anderson Torres
História
A inspiração vem de uma história antiga, que diz que os fios de todas essas narrativas são tecidos para dar forma a uma ‘criatura-guia’, batizada como Vidutus. Este ser, híbrido e mitológico, é resgatado de lendas antigas, ora como a personificação das trevas, ora como um espírito justiceiro. Sua primeira aparição foi relatada em 84 d.C., quando um camponês teve seu corpo quase todo queimado enquanto dormia. O homem sobreviveu e confidenciou, depois, a um amigo, ter visto, em meio às chamas, um ser de buracos fundos no lugar da boca e dos olhos, sendo consumidos por parasitas.
A coincidência é que, 20 anos antes desta fatídica noite, o camponês havia escapado do grande incêndio que consumiu Roma. O relato foi registrado em um livro ocultista e permaneceu na sombra do esquecimento por muito tempo. Anos depois, outro livro de uma sociedade esotérica das antigas Antilhas registrou o nome ‘Vidutus’ em suas escrituras. Desta vez, o ser foi retratado como uma divindade da justiça, que ceifa almas daqueles que fugiram de seu inevitável destino ou não aprenderam o que deveriam. Ambos papéis desta criatura se ligam aos sentimentos que esta Hora do Horror quer despertar ao chamar-se Déjàvu. Vidutus funde passado e presente e, nesta confusão de memórias, sejam elas reais ou meras ilusões da mente humana, faz com que momentos tenebrosos voltem à tona. Então, os portais se abrem, e a trilha de pesadelos sem fim começa.
A construção de tão peculiar personagem veio de um longo processo: “Já de início, criamos um ser que representasse toda atração, com o poder de manipular o tempo e as lembranças. Mas ainda não sentíamos a sensação que queríamos trazer. Foi aí que, em um debate com nossa equipe criativa, procuramos palavras relacionadas às memórias, sensações ou algo que parece já ter sido visto. Daí nasceu o nome Déjàvu. A partir daí, Vidutus caracterizou esse conceito. Ele poderá ser visto em qualquer parte da Hora do Horror. O papel dele é se infiltrar nas mentes humanas e torná-las prisioneiras de um eterno ‘Déjàvu dos horrores’”, explica Barbatti.
Protocolos
Os protocolos sanitários estabelecidos pelo governo do estado de São Paulo serão adotados, além das próprias medidas do parque. Os visitantes tem a temperatura aferida e o uso de máscara é obrigatório durante toda permanência. Os pontos de álcool continuam disponíveis e, para a “Hora do Horror”, haverá corredores com grades para a limitação do público. Para os personagens, a caracterização conta com máscara de proteção.
Serviço:
“Hora do Horror 20 anos: Déjàvu”
Local: Hopi Hari – Rodovia dos Bandeirantes, km 72, Moinho – Vinhedo
Central de vendas: (11) 4210-4000
Serviço de atendimento: (11) 4290-0333
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