Cinema

Amor, drogas sintéticas e música eletrônica estão no nacional “Paraísos Artificiais”

4 de maio de 2012

O ambiente das raves, grandes festas de música eletrônica, é o pano de fundo do filme nacionalParaísos Artificiais”, primeiro longa de ficção do premiado diretor Marcos Prado, que chegou na sexta, 4 de maio, a mais de 200 salas de todo o Brasil. Em Campinas, está em cartaz no Cineflix do Galleria Shopping, Cinemark do Iguatemi Campinas, Kinoplex do Parque D. Pedro, e Box Cinemas do Campinas Shopping.

O filme narra uma história de amor em pleno boom da música eletrônica no Brasil.

No papel mais ousado da carreira, a jovem atriz Nathalia Dill encarna sua primeira protagonista no cinema, Érika, uma bem-sucedida DJ internacional. O elenco é composto ainda por mais dois protagonistas: Luca Bianchi, na pele de Nando, e Lívia de Bueno, que interpreta Lara.

Em um enorme festival de arte e cultura alternativa com ares de Woodstock e trilha sonora de música eletrônica, os três jovens vivem experiências sensoriais intensas que trazem enormes consequências para o resto de suas vidas.

Sobre o filme 

Habituado ao registro documental da realidade, Marcos Prado _ que dirigiu o premiado “Estamira”_ não fez concessões ao abordar temáticas delicadas, como o consumo de drogas sintéticas e o envolvimento de jovens de classe média no tráfico internacional de entorpecentes. Em busca de argumentos reais para desenvolver a ficção, Marcos entrevistou policiais e traficantes, visitou raves e festivais em diferentes países, e submeteu os protagonistas a um exaustivo processo de preparação, comandado pela experiente Fátima Toledo. “O filme não é moralista nem faz apologia”, diz o diretor, fiel também às suas convicções ao filmar cenas de amor autênticas e corajosas.

Rodado em Amsterdã, no Rio de Janeiro e na Praia do Paiva, em Pernambuco, “Paraísos Artificiais” apresenta cenários grandiosos, construídos para receber cerca de seis mil figurantes – 1,5 mil em apenas uma das cenas. Foram reproduzidas grandes festas do Brasil e da Europa.

José Padilha, diretor de “Tropa de Elite”, assina a produção do longa, que contou ainda com o trabalho de alguns dos melhores profissionais do país – muitos da equipe técnica de “Tropa”, como Lula Carvalho (diretor de fotografia e câmera), Claudia Kopke, (figurinista) e Cláudio Amaral Peixoto (diretor de arte). 

Com informações da assessoria de imprensa 

Veja o trailer: 

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