Faça as Malas

Vamos deixar um pouco de falar do Oscar para destacar nosso filme na Filmoteca de Bologna – Itália, uma das maiores do mundo

por Marcos Craveiro
Publicado em 9 de fevereiro de 2026

Não é só de Academia de Cinema, que nosso filme Curta Metragem, Henrique de Oliveira. Memórias de Celuloide está presente, também na Itália em Bologna.

A Filmoteca de Bologna, Itália.

Uma das maiores e mais importantes do Mundo.

Nessa filmoteca ficam todos os filmes no Charlie Chaplin A Única do mundo com sua coleção completa.A Cineteca di Bologna, localizada no complexo ex-Manifattura Tabacchi (Piazzetta Pier Paolo Pasolini) em Bolonha, Itália, é um dos mais importantes arquivos e centros de restauração de filmes do mundo. Fundada em 1962, destaca-se pelo prestigiado festival anual Il Cinema Ritrovato, dedicado a clássicos e restaurações cinematográficas.

The Cineteca di Bologna , foi fundada em Maio de 1962,

Desde 1989, ela é membro da Fédération International des Archives do Film (FIAF).

Agora vamos rever o PLAY de nosso curta metragem :- “Henrique de Oliveira Júnior – Memórias em Celuloide”, produzido por Marcos Craveiro, feito em 2010.

O documentário de 14 minutos mostra a trajetória do fundador do MIS, que tem 89 anos e grande parte deles dedicados à paixão pela sétima arte.

Cineasta com mais de 80 filmes e trabalhos premiados em festivais no Brasil e no exterior, Henrique começou a carreira cedo, aos 14 anos, como assistente de operador de cinema no antigo Cine Coliseu, que ficava no Largo Carlos Gomes.

O documentário mostra fotos da época e trechos restaurados de alguns de seus trabalhos, como “Lição Merecida”, de 1952, e “O Pedreiro de Days Peixoto”, de 1966.

Henrique fez parte do ciclo campineiro do Cine Clube Universitário, realizando o filme “O Artista”, em 1967, e vários trabalhos de registro de época em 16 milímetros e super 8 milímetros.

Em 1969, realizou um de seus mais importantes trabalhos, o curta de 90 segundos intitulado “Ser”, que levou um dos principais prêmios de obras em 16 mm do Festival de Cinema do Jornal do Brasil, no Rio de Janeiro.

Em 1978 realizou, juntamente com a equipe Pesquisa Oito e Bernardo Caro na direção, o filme “Tabela”, que ganhou mais de 25 prêmios nacionais e internacionais e participou da bienal de São Paulo.

Em 1955, restaurou uma cópia do primeiro longa-metragem feito em Campinas, “João da Mata”, de 1923. Em 1981, a pedido do cinegrafista Thomas de Túllio, de “João da Mata”, então com 82 anos, reconstruiu a câmera éclair, uma das primeiras filmadoras de todo o mundo, usada no filme. Hoje, ela está no MIS de Campinas.

Entre seus trabalhos significativos ainda está a construção de um projetor de 35 mm com mais de 900 peças que o cineasta fez sozinho e outro de 16 mm.

Em 1977, fundou o Museu da Imagem e do Som em Campinas.

A produção do filme “Henrique de Oliveira Junior – Memórias em Celulóide” recebeu convite para que a obra faça parte do acervo de filmes da Cinemateca Brasileira, Museu dos Oscars, UCLA e Cineteca de Bologna na Itália.

https://www.youtube.com/watch?v=KlOxSi9u9MQ

 

 

 

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