Fotos - créditos: Wanderley Garcia / Elisa Maciel / Marcelo Vitorino
O Sesc Campinas celebra a diversidade musical em março com uma programação que transita por diferentes sonoridades, do pop setentista ao blues, passando por cantos ancestrais e festa popular. Os shows de 5 a 7 de março prometem envolver o público em experiências sensoriais e coletivas, além de uma oficina de técnica vocal para quem deseja explorar a prática musical.
Abrindo as apresentações no dia 5, quinta-feira, Julia Mestre sobe ao palco com “Maravilhosamente Bem”, show que remete às sonoridades dos anos 70 e 80, misturando baladas e faixas dançantes em um espetáculo que celebra a liberdade estética e afetiva, com referências a nomes como Rita Lee, Donna Summer e Marina Lima. Na sequência, dia 6, sexta-feira, o grupo Mawaca apresenta “Cantos dos Sonhos”, espetáculo inspirado nas Songlines aborígenes, que percorre cantos de diferentes povos, conectando tradições ancestrais e sonoridades contemporâneas.
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O trio de apresentações de março se completa com a Orquestra Filarmônica de Violas, no dia 7, sábado, com um repertório que celebra os clássicos do cancioneiro caipira e da MPB, além de composições autorais. A orquestra, criada em 2001 em Campinas, é regida por João Paulo Amaral e composta por 24 integrantes, apresentando um espetáculo com arranjos instrumentais e canções interpretadas por seus membros.
A programação também oferece a oficina “Técnica Vocal e Interpretação”, ministrada pela cantora e professora de canto Wrany. Dividida em três encontros, a atividade mergulha na técnica vocal do canto popular e contemporâneo, abordando fundamentos da voz, desafios comuns, ferramentas criativas e a construção de identidade artística.
Com Wrany, cantora e professora de canto. A oficina propõe um percurso imersivo pela técnica vocal, pela performance e por abordagens científicas da técnica vocal do canto popular e contemporâneo. Encontro 1: Bases vocais e criação; Encontro 2: Problemas comuns e ferramentas criativas; Encontro 3: Performance, presença cênica e identidade vocal.
Julia Mestre apresenta “Maravilhosamente Bem”, show do seu terceiro álbum solo. Com referências dos anos 70 e 80, mistura baladas e faixas dançantes, homenageando Rita Lee. Um espetáculo que celebra liberdade estética e afetividade, evocando ícones como Donna Summer e Marina Lima. Plateia em pé.
O espetáculo é inspirado nas Songlines aborígenes percorrendo cantos de diversos povos, revelando trilhas que conectam tradições e contemporaneidade. Com vozes e instrumentistas, o grupo apresenta um mosaico cultural vibrante. Plateia em pé.
Direção e regência de João Paulo Amaral. O grupo apresenta um espetáculo que une arranjos instrumentais e canções interpretadas por seus integrantes, celebrando os clássicos do cancioneiro caipira e da MPB, além de composições autorais.
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